@topgearspace How Science Has Affected Human Life Expectancy w/ Neil deGrasse Tyson
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Você sabia que o seu corpo se renova todos os dias através de um processo chamado mitose? É como um “modo turbo” celular ativado 24h por dia!
💥 A mitose é a divisão celular responsável por criar cópias exatas de células do nosso corpo. É como uma máquina de clonagem natural que mantém você vivo, crescendo e se curando! 🧟♂️🛠️
Como funciona?
1. Prófase – O DNA se condensa em cromossomos 🧬 e o núcleo começa a desaparecer 🌀.
2. Metáfase – Os cromossomos se alinham no centro da célula 🧲, prontos pra ação!
3. Anáfase – Eles são puxados para lados opostos da célula 🧲↔️🧲.
4. Telófase – Dois novos núcleos se formam 🧠🧠, quase lá!
5. Citocinese – A célula se divide de fato em duas novas células idênticas ⚖️✂️.
A mitose é essencial para o crescimento 🌱, a regeneração 🧽 e até a substituição de células velhas ou danificadas 🩹. Sem ela, nenhum organismo multicelular existiria! 🌍✨ É o ciclo da vida acontecendo dentro de você… agora mesmo! ⏳🧬 — Siga @terraecosmos para mais mistérios do corpo e do universo! #biologia #mitose #divisaocelular #ciencia #curiosidades #educacao #conhecimento #celulas #genetica #terraecosmos
Produzido pela Peripécia Filmes, em parceria com a Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC), o vídeo abaixo mostra de uma forma simples e direta a importância dos institutos de pesquisa para o desenvolvimento do país e de como o resultado dos trabalhos realizados pelos cientistas estão presentes no dia a dia das pessoas. Defenda os nossos institutos!
Em 1911, um feito extraordinário marcou a história da ciência — e da humanidade.
Descubra a história fascinante de Simona Kossak, que escolheu viver na floresta de Białowieża e lutou pela preservação da vida selvagem.
Em janeiro de 1897, uma carta chegou ao Massachusetts Institute of Technology descrevendo uma situação extraordinária: uma menina negra de 13 anos, filha de uma empregada de limpeza, havia resolvido equações complexas de engenharia que nem os doutorandos do MIT conseguiam solucionar 📐✨.
O capataz que a encontrou no laboratório à duas da manhã, com pó de giz nos dedos e lágrimas nos olhos, relatou que ela corrigira sozinha cálculos de mecânica teórica e cálculo infinitesimal, mostrando intuição matemática rara e inédita. O Professor Harrison Webb, cético no início, verificou a demonstração e confirmou sua correção e elegância, reconhecendo o talento excepcional de Lydia.
Webb viajou até o South End de Boston para encontrar Lydia e sua mãe Clara em uma pensão simples, onde viviam em condições humildes. O encontro revelou uma menina curiosa, disciplinada e extraordinariamente brilhante, cuja compreensão da matemática ia além do que qualquer livro ou aula podia ensinar 📚💡.
A história de Lydia Johnson é um lembrete de que genialidade e talento podem surgir nos lugares mais inesperados, desafiando preconceitos e expectativas históricas.
Fonte: Arquivos históricos do MIT
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#Matemática
A química que transformou um “líquido fracassado” em Kevlar – e mudou o mundo.
Descubra a história fascinante de Simona Kossak, que escolheu viver na floresta de Białowieża e lutou pela preservação da vida selvagem.
Em 1975, uma jovem cientista polaca tomou uma decisão que ninguém conseguiu compreender.
O nome dela era Simona Kossak.
Tinha um doutoramento brilhante, reconhecimento académico e pertencia a uma das famílias artísticas mais ilustres da Polónia — neta de Wojciech Kossak, o pintor lendário.
Poderia ter escolhido um apartamento confortável em Varsóvia, uma carreira universitária estável ou uma vida previsível.
Mas Simona escolheu o contrário de tudo isso.
Ela enfiou algumas roupas numa mala, virou as costas ao mundo civilizado e caminhou para a Floresta de Białowieża, o último fragmento do deserto primitivo que um dia cobriu a Europa.
Um lugar onde lobos ainda uivam à noite, bisontes caminham como sombras antigas e árvores milenares parecem sustentar o céu com as próprias mãos.
Ali, encontrou uma cabana de madeira sem eletricidade, sem água corrente, sem conforto — apenas silêncio, vento e vida selvagem.
O que para qualquer pessoa seria uma semana de desconforto, para ela tornou-se trinta anos de existência.
E ela não viveu sozinha.
Partilhou a cama com um lince órfão chamado Żabka, cujo ronronar soava como um trovão preguiçoso.
Resgatou um javali que a seguia como um cão devoto.
E dividiu o dia com Korasek, um corvo ladrão que roubava objetos brilhantes dos turistas e os entregava a ela como se fossem tesouros.
Os locais chamavam-na bruxa.
Como explicar uma mulher que caminhava entre veados sem que eles fugissem, que tinha pássaros pousando na mão, que conversava com lobos sem medo?
Mas Simona não conjurava feitiços.
Ela ouvia.
E ao ouvir, compreendeu o que a maioria dos cientistas tentava estudar de longe.
Enquanto outros escreviam relatórios atrás de mesas, ela vivia entre os animais.
Documentou comportamentos nunca antes observados, mostrou que criaturas selvagens tinham personalidade, emoções, vínculos e sociedades próprias.
A sua investigação virou de cabeça para baixo a forma como a ciência entendia a vida selvagem na Europa.
Mas o que mais marcou não foi o que publicou — foi o que defendeu.
Simona enfrentou madeireiras, políticos, burocratas e máquinas que rugiam como monstros de ferro.
Escreveu cartas inflamadas, moveu processos, deu entrevistas, chamou a atenção da imprensa.
Ergueu-se sozinha como um muro entre a floresta e quem queria destruí-la.
“Esta floresta sobreviveu dez mil anos.
Quem somos nós para decidir que deve morrer sob a nossa guarda?”, dizia ela.
E graças à sua luta incansável, a UNESCO interveio.
Novas proteções foram concedidas.
A floresta que ela amava — esse último reduto de pureza — foi salva.
Simona viveu na sua cabana até 2007, quando a doença finalmente a obrigou a deixar a floresta.
Morreu naquele mesmo ano, aos 71 anos, longe dos animais que ela chamava de vizinhos, amigos e mestres.
Mas o seu legado permanece.
Hoje, a Floresta de Białowieża continua sendo um dos últimos desertos verdadeiros da Europa.
Turistas caminham pelos trilhos onde ela andava com Żabka.
Bisontes pastam nos prados que ela protegeu.
E talvez, em algum galho alto, um descendente de Korasek ainda roube algo brilhante de um viajante distraído.
Chamaram-na de bruxa porque falava com os animais.
Ela chamou-se de cientista porque escutava.
E porque escutou, uma floresta inteira ainda está de pé.
Este conteúdo é informativo e educacional. A narração se baseia em fatos históricos documentados sobre Simona Kossak, apresentados aqui em estilo narrativo para fins de divulgação.
Crédito:/sobre.literatura_
Durante 20 anos, chamaram-na de louca. Aos 81, ela provou que todos estavam errados — e fez história.
Barbara McClintock cresceu no Brooklyn, no início do século XX, uma garota que amava quebra-cabeças, ciência e liberdade — tudo o que a sociedade dizia às meninas que elas não deveriam querer.
Sua mãe implorou para que ela não fosse para a faculdade. A educação a tornaria indesejável para o casamento, alertou. Barbara acabaria sozinha.
Barbara foi mesmo assim.
Ela se apaixonou por genética na Universidade Cornell, optando por estudar milho — o milho comum e sem glamour que os cientistas “sérios” ignoravam. Mas naqueles grãos coloridos, Barbara viu algo que ninguém mais conseguia ver.
Os genes não eram fixos como todos acreditavam. Eles podiam se mover. Podiam saltar de um lugar para outro, alterando características e criando variações. Ela os chamou de “genes saltadores” — elementos transponíveis.
Quando apresentou suas descobertas em 1951, a comunidade científica não celebrou sua descoberta.
Eles a rejeitaram.
Colegas homens chamavam aquilo de pseudociência. Especulação. Complexo demais para ser verdade. Alguns sugeriram que ela não entendia seus próprios dados.
O financiamento secou. Seus convites para palestras desapareceram. Ela foi relegada às margens de sua própria área — uma mulher estudando milho enquanto homens se dedicavam à genética “importante” de moscas-das-frutas e bactérias.
Mas Barbara sabia o que tinha visto. Então, ela fez uma escolha que definiria sua vida: continuou trabalhando.
Por duas décadas, ela trabalhou quase isolada no Laboratório Cold Spring Harbor, cuidando de seus campos de milho, documentando padrões, preenchendo cadernos com observações que o mundo científico se recusava a levar a sério.
Ela não parou. Não fez concessões. Não buscou aprovação.
Ela simplesmente buscou a verdade.
Então vieram os anos 1970. A nova tecnologia do sequenciamento de DNA permitiu que os cientistas vissem o que Barbara vinha descrevendo o tempo todo. Seus “genes saltadores” não eram fantasia. Cada detalhe que ela havia meticulosamente documentado foi confirmado.
Os genes podiam se mover. Eles regulavam o desenvolvimento. Elas moldaram a evolução. Barbara McClintock esteve certa por trinta anos, enquanto todos os outros estavam errados.
O meio científico que a havia rejeitado foi forçado a confrontar o que havia ignorado.
Em 1983, Barbara McClintock recebeu um telefonema. Aos 81 anos, ela havia ganhado o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina, sendo a única laureada naquele ano. Ela se tornou uma das pouquíssimas mulheres a ganhar um Prêmio Nobel exclusivo nessa área.
O mundo que a chamava de louca agora a chamava de revolucionária.
Quando repórteres perguntavam como ela se sentia por ter sido ignorada por tanto tempo, Barbara era caracteristicamente direta: “Se você sabe que está certa, não se importa. Você sabe que, mais cedo ou mais tarde, tudo virá à tona.”
Sua descoberta dos elementos transponíveis transformou nossa compreensão da genética. Hoje, sabemos que esses “genes saltadores” desempenham papéis cruciais na evolução, nas doenças e na diversidade genética. Eles estão no seu DNA agora mesmo, se movendo e moldando quem você é.
A história de Barbara McClintock não é apenas sobre vindicação. É sobre o que acontece quando você escolhe a verdade em vez da aceitação, quando confia nos seus olhos em vez do consenso, quando está disposta a ficar sozinha porque viu algo real.
Ela provou que descobertas revolucionárias nem sempre vêm de laboratórios bem financiados ou cientistas famosos. Às vezes, elas vêm de uma mulher em um milharal que se recusou a desver o que tinha visto.
Na próxima vez que lhe disserem que você está errado, na próxima vez que seu trabalho for descartado, na próxima vez que alguém sugerir que você não entende suas próprias observações, lembre-se de Barbara McClintock.
Ela estava certa por vinte anos, enquanto o mundo dizia que ela era louca.
E a história se lembra de quem realmente estava certo.
Fonte: https://www.tiktok.com/@865via304/photo/7573853448521780511
@rosana.richtmann O Prêmio Nobel de Medicina deste ano foi para Mary E. Brunkow, Fred Ramsdell e Shimon Sakaguchi pelas descobertas sobre a “tolerância imunológica periférica”. Em outras palavras os cientistas revelaram as células que impedem o nosso sistema imunológico de atacar tecidos saudáveis. Isso pode revolucionar o tratamento de doenças auto-imunes. #nobel #medicina #nobelmedicina #imunizacao #saude #infectologia #foryou #foryoupage ♬ som original - Rosana Richtmann
Curie dedicou sua vida à ciência. Ela foi a primeira mulher a receber um Prêmio Nobel, a primeira pessoa a ser premiada duas vezes e ainda é a única pessoa a receber o prêmio em duas áreas científicas diferentes.
Curie faleceu em 1934.
@tempoecultura ⸻ Um cientista piauiense ao lado de Albert Einstein. Isso mesmo. Você não leu errado. Em 1925, uma foto histórica registrou um encontro de grandes mentes da ciência… E entre elas, estava ele: Antônio Eugênio Portellada de Arêa Leão, nascido em Teresina, em 1895. Formado em Medicina no Rio de Janeiro, Antônio ingressou no Instituto Oswaldo Cruz em 1920 e se destacou internacionalmente como micologista — especialista no estudo dos fungos. Escreveu inúmeros trabalhos científicos e deixou seu nome marcado na história da ciência brasileira. Mas por muito tempo, sua história foi esquecida até mesmo em sua terra natal. Hoje, a gente faz questão de lembrar: O Piauí já teve, sim, um cientista de prestígio mundial. E seu nome merece ser celebrado. Comenta se você já conhecia essa história e compartilha pra manter viva a memória de quem fez história! #TempoECultura #CientistaPiauiense #AntonioEugenio #ArêaLeão #EinsteinNoBrasil #HistóriaDoPiauí #OrgulhoDoPiauí #Micologia #CiênciaBrasileira #piauí #teresin ♬ som original - tempoecultura
Criou um dos primeiros refrigeradores elétricos em 1913 e revolucionou a conservação de alimentos.
Também inventou uma máquina de varrer ruas usada em várias cidades dos EUA.
Patenteou a primeira lava-louças funcional em 1886, superando a eficiência humana.
Fundou sua própria empresa e abriu caminho para a KitchenAid.
Curie dedicou sua vida à ciência. Ela foi a primeira mulher a receber um Prêmio Nobel, a primeira pessoa a ser premiada duas vezes e ainda é a única pessoa a receber o prêmio em duas áreas científicas diferentes.
Curie faleceu em 1934.
@tempoecultura ⸻ Um cientista piauiense ao lado de Albert Einstein. Isso mesmo. Você não leu errado. Em 1925, uma foto histórica registrou um encontro de grandes mentes da ciência… E entre elas, estava ele: Antônio Eugênio Portellada de Arêa Leão, nascido em Teresina, em 1895. Formado em Medicina no Rio de Janeiro, Antônio ingressou no Instituto Oswaldo Cruz em 1920 e se destacou internacionalmente como micologista — especialista no estudo dos fungos. Escreveu inúmeros trabalhos científicos e deixou seu nome marcado na história da ciência brasileira. Mas por muito tempo, sua história foi esquecida até mesmo em sua terra natal. Hoje, a gente faz questão de lembrar: O Piauí já teve, sim, um cientista de prestígio mundial. E seu nome merece ser celebrado. Comenta se você já conhecia essa história e compartilha pra manter viva a memória de quem fez história! #TempoECultura #CientistaPiauiense #AntonioEugenio #ArêaLeão #EinsteinNoBrasil #HistóriaDoPiauí #OrgulhoDoPiauí #Micologia #CiênciaBrasileira #piauí #teresin ♬ som original - tempoecultura
Curie dedicou sua vida à ciência. Ela foi a primeira mulher a receber um Prêmio Nobel, a primeira pessoa a ser premiada duas vezes e ainda é a única pessoa a receber o prêmio em duas áreas científicas diferentes.
Curie faleceu em 1934.
@tempoecultura ⸻ Um cientista piauiense ao lado de Albert Einstein. Isso mesmo. Você não leu errado. Em 1925, uma foto histórica registrou um encontro de grandes mentes da ciência… E entre elas, estava ele: Antônio Eugênio Portellada de Arêa Leão, nascido em Teresina, em 1895. Formado em Medicina no Rio de Janeiro, Antônio ingressou no Instituto Oswaldo Cruz em 1920 e se destacou internacionalmente como micologista — especialista no estudo dos fungos. Escreveu inúmeros trabalhos científicos e deixou seu nome marcado na história da ciência brasileira. Mas por muito tempo, sua história foi esquecida até mesmo em sua terra natal. Hoje, a gente faz questão de lembrar: O Piauí já teve, sim, um cientista de prestígio mundial. E seu nome merece ser celebrado. Comenta se você já conhecia essa história e compartilha pra manter viva a memória de quem fez história! #TempoECultura #CientistaPiauiense #AntonioEugenio #ArêaLeão #EinsteinNoBrasil #HistóriaDoPiauí #OrgulhoDoPiauí #Micologia #CiênciaBrasileira #piauí #teresin ♬ som original - tempoecultura
@tempoecultura ⸻ Um cientista piauiense ao lado de Albert Einstein. Isso mesmo. Você não leu errado. Em 1925, uma foto histórica registrou um encontro de grandes mentes da ciência… E entre elas, estava ele: Antônio Eugênio Portellada de Arêa Leão, nascido em Teresina, em 1895. Formado em Medicina no Rio de Janeiro, Antônio ingressou no Instituto Oswaldo Cruz em 1920 e se destacou internacionalmente como micologista — especialista no estudo dos fungos. Escreveu inúmeros trabalhos científicos e deixou seu nome marcado na história da ciência brasileira. Mas por muito tempo, sua história foi esquecida até mesmo em sua terra natal. Hoje, a gente faz questão de lembrar: O Piauí já teve, sim, um cientista de prestígio mundial. E seu nome merece ser celebrado. Comenta se você já conhecia essa história e compartilha pra manter viva a memória de quem fez história! #TempoECultura #CientistaPiauiense #AntonioEugenio #ArêaLeão #EinsteinNoBrasil #HistóriaDoPiauí #OrgulhoDoPiauí #Micologia #CiênciaBrasileira #piauí #teresin ♬ som original - tempoecultura
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