Mulheres na Ciência

O dia em que Madame Curie fez a história se levantar

Em 1911, um feito extraordinário marcou a história da ciência — e da humanidade.

Lydia Johnson, a menina prodígio que desafiou a ciência em 1897

Descubra a história fascinante de Simona Kossak, que escolheu viver na floresta de Białowieża e lutou pela preservação da vida selvagem.

Em janeiro de 1897, uma carta chegou ao Massachusetts Institute of Technology descrevendo uma situação extraordinária: uma menina negra de 13 anos, filha de uma empregada de limpeza, havia resolvido equações complexas de engenharia que nem os doutorandos do MIT conseguiam solucionar 📐✨.

O capataz que a encontrou no laboratório à duas da manhã, com pó de giz nos dedos e lágrimas nos olhos, relatou que ela corrigira sozinha cálculos de mecânica teórica e cálculo infinitesimal, mostrando intuição matemática rara e inédita. O Professor Harrison Webb, cético no início, verificou a demonstração e confirmou sua correção e elegância, reconhecendo o talento excepcional de Lydia.

Webb viajou até o South End de Boston para encontrar Lydia e sua mãe Clara em uma pensão simples, onde viviam em condições humildes. O encontro revelou uma menina curiosa, disciplinada e extraordinariamente brilhante, cuja compreensão da matemática ia além do que qualquer livro ou aula podia ensinar 📚💡.

A história de Lydia Johnson é um lembrete de que genialidade e talento podem surgir nos lugares mais inesperados, desafiando preconceitos e expectativas históricas.

Fonte: Arquivos históricos do MIT

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A química que transformou um “líquido fracassado” em Kevlar – e mudou o mundo.

A Inspiração de Simona Kossak: A Ciência e a Floresta

Descubra a história fascinante de Simona Kossak, que escolheu viver na floresta de Białowieża e lutou pela preservação da vida selvagem.

Em 1975, uma jovem cientista polaca tomou uma decisão que ninguém conseguiu compreender.
O nome dela era Simona Kossak.

Tinha um doutoramento brilhante, reconhecimento académico e pertencia a uma das famílias artísticas mais ilustres da Polónia — neta de Wojciech Kossak, o pintor lendário.
Poderia ter escolhido um apartamento confortável em Varsóvia, uma carreira universitária estável ou uma vida previsível.

Mas Simona escolheu o contrário de tudo isso.

Ela enfiou algumas roupas numa mala, virou as costas ao mundo civilizado e caminhou para a Floresta de Białowieża, o último fragmento do deserto primitivo que um dia cobriu a Europa.
Um lugar onde lobos ainda uivam à noite, bisontes caminham como sombras antigas e árvores milenares parecem sustentar o céu com as próprias mãos.

Ali, encontrou uma cabana de madeira sem eletricidade, sem água corrente, sem conforto — apenas silêncio, vento e vida selvagem.
O que para qualquer pessoa seria uma semana de desconforto, para ela tornou-se trinta anos de existência.

E ela não viveu sozinha.

Partilhou a cama com um lince órfão chamado Żabka, cujo ronronar soava como um trovão preguiçoso.
Resgatou um javali que a seguia como um cão devoto.
E dividiu o dia com Korasek, um corvo ladrão que roubava objetos brilhantes dos turistas e os entregava a ela como se fossem tesouros.

Os locais chamavam-na bruxa.
Como explicar uma mulher que caminhava entre veados sem que eles fugissem, que tinha pássaros pousando na mão, que conversava com lobos sem medo?

Mas Simona não conjurava feitiços.
Ela ouvia.
E ao ouvir, compreendeu o que a maioria dos cientistas tentava estudar de longe.

Enquanto outros escreviam relatórios atrás de mesas, ela vivia entre os animais.
Documentou comportamentos nunca antes observados, mostrou que criaturas selvagens tinham personalidade, emoções, vínculos e sociedades próprias.
A sua investigação virou de cabeça para baixo a forma como a ciência entendia a vida selvagem na Europa.

Mas o que mais marcou não foi o que publicou — foi o que defendeu.

Simona enfrentou madeireiras, políticos, burocratas e máquinas que rugiam como monstros de ferro.
Escreveu cartas inflamadas, moveu processos, deu entrevistas, chamou a atenção da imprensa.
Ergueu-se sozinha como um muro entre a floresta e quem queria destruí-la.

“Esta floresta sobreviveu dez mil anos.
Quem somos nós para decidir que deve morrer sob a nossa guarda?”, dizia ela.

E graças à sua luta incansável, a UNESCO interveio.
Novas proteções foram concedidas.
A floresta que ela amava — esse último reduto de pureza — foi salva.

Simona viveu na sua cabana até 2007, quando a doença finalmente a obrigou a deixar a floresta.
Morreu naquele mesmo ano, aos 71 anos, longe dos animais que ela chamava de vizinhos, amigos e mestres.

Mas o seu legado permanece.

Hoje, a Floresta de Białowieża continua sendo um dos últimos desertos verdadeiros da Europa.
Turistas caminham pelos trilhos onde ela andava com Żabka.
Bisontes pastam nos prados que ela protegeu.
E talvez, em algum galho alto, um descendente de Korasek ainda roube algo brilhante de um viajante distraído.

Chamaram-na de bruxa porque falava com os animais.
Ela chamou-se de cientista porque escutava.
E porque escutou, uma floresta inteira ainda está de pé.

Este conteúdo é informativo e educacional. A narração se baseia em fatos históricos documentados sobre Simona Kossak, apresentados aqui em estilo narrativo para fins de divulgação.

Crédito:/sobre.literatura_

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Entrevista: Edna Miazato Iwamura

Curie dedicou sua vida à ciência. Ela foi a primeira mulher a receber um Prêmio Nobel, a primeira pessoa a ser premiada duas vezes e ainda é a única pessoa a receber o prêmio em duas áreas científicas diferentes.
Curie faleceu em 1934.

Entrevista: Daniella dos Santos Courrol

@tempoecultura ⸻ Um cientista piauiense ao lado de Albert Einstein. Isso mesmo. Você não leu errado. Em 1925, uma foto histórica registrou um encontro de grandes mentes da ciência… E entre elas, estava ele: Antônio Eugênio Portellada de Arêa Leão, nascido em Teresina, em 1895. Formado em Medicina no Rio de Janeiro, Antônio ingressou no Instituto Oswaldo Cruz em 1920 e se destacou internacionalmente como micologista — especialista no estudo dos fungos. Escreveu inúmeros trabalhos científicos e deixou seu nome marcado na história da ciência brasileira. Mas por muito tempo, sua história foi esquecida até mesmo em sua terra natal. Hoje, a gente faz questão de lembrar: O Piauí já teve, sim, um cientista de prestígio mundial. E seu nome merece ser celebrado. Comenta se você já conhecia essa história e compartilha pra manter viva a memória de quem fez história! #TempoECultura #CientistaPiauiense #AntonioEugenio #ArêaLeão #EinsteinNoBrasil #HistóriaDoPiauí #OrgulhoDoPiauí #Micologia #CiênciaBrasileira #piauí #teresin ♬ som original - tempoecultura

Geovana e Bianca | Pessoas por trás da ciência